30 junho, 2008

Computação nas nuvens

A Computação nas nuvens é um conceito em desenvolvimento (principalmente) pelos engenheiros do Google, a idéia é fazer você acessar seus arquivos e informações de qualquer lugar com acesso à internet. O PC será apenas um chip conectado à rede, barateando por conseqüencia o preço dos computadores.


Além disso, outra vantagem da informática nas nuvens é que você não precisará se preocupar com os problemas no seu computador. Hoje, se você é infectado por um vírus ou outra praga, o risco de ter seus arquivos danificados é muito grande. No futuro isso não vai acontecer, pois todas as suas iformações estarão sempre guardadas na internet.

Um exemplo já existente é o Google Docs, lá é possível criar documentos, planilhas e apresentações de slides. Um equivalente ao Word, Excel e PowerPoint respectivamente.



FonteBlog do CtrlC

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29 junho, 2008

MSI e ASUS usam a mesma imagem em publicidade!!!

As chances de duas mulheres aparecerem com vestidos iguais são quase neutras, mas existem. As chances de você viajar para a Malásia e encontrar, por acaso, um amigo de infância são quase neutras, mas existem. As chances de duas empresas diferentes escolhere, por acaso, a mesma imagem (foto) - no meio de milhões - para suas campanhas publicitárias são quase neutras, mas não é que existe mesmo? E de fato aconteceu. Em uma infeliz coincidência, ASUS e MSI escolhem na internet a mesma figura para as campanhas de seus laptops ultraportáteis.

Dá para acreditar? Eu acho mesmo muito engraçado quando vejo duas mulheres com roupas iguais em uma mesma festa. Principalmente porque elas odeiam quando isso acontece :D

Quando é um encontro inesperado também é engraçado, mas é legal.

Ontem, enquanto eu estava lendo os feeds, vi um post no Engadget que falava sobre a coincidência que aconteceu entre a ASUS e a MSI para o lançamentos dos seus ultraportáteis. Não postei ontem mesmo porque primeiro eu estava com uma preguiça enorme, depois fiquei um pouco ocupado, e agora às 6 da manhã estou escrevendo para ir dormir.

Existe um site para pesquisa de imagens, e foi lá que eles encontraram a foto. O site é o Getty Images, que tem uma versão também em português. Inclusive recomendo o site para quando você precisar de uma imagem, a busca pode ser bem refinada e você sempre encontra o que quer. Mesmo com essa facilidade de refinamento, eu juro que tentei, mas não encontrei a foto original (e eu tinha falado que você sempre encontra, né? deixa pra lá), só sei mesmo que foi retirado de lá porque o Engadget denunciou :D
Na verdade foi o Eee PC News que fez isso.

Talvez eu não tenha refinado bem a busca, eles têm a opção de você exibir apenas as imagens livre de Roalty, e como eu não tenho grana, sempre uso :D
Mas no caso das empresas pode ter sido diferente, até porque deve sair bem mais barato pagar uma taxinha pelo uso da imagem do que contratar uma empresa que monte todo o esquema para tirar a fotografia usada. Bom, mas pelo menos ela seria sua xD.


Veja abaixo as imagens: - clique na imagem para ampliar e exibir o slide (que é bem fashion) -


Laptop da ASUS----- Laptop da MSI ----- Imagem original



Apenas a título de curiosidade: O laptop da foto original é um MacBook. Não é o MacBook Air,
mas é um MacBook. Segundo o Engadget, a good ol' MacBook.

Pelas imagens eu notei uma coisa, bem inútil, mas notei. O cara que editou a fotografia para a MSI deve manjar mais de photoshop, já que ele se deu ao trabalho de manter o mesmo ambiente, a mesinha, inclusive colocou o reflexo do notebook na mesa, além de ter dado uma reparada no japonês que ficou ali do lado e construiu a cara do gordinho ali no fundo. Enquanto na foto da ASUS eles acharam mais fácil tirar o gordinho, fazer outra mesa e deixar o japinha sem a metade da cara que ele já nem tinha. Mas compensou pela camada extra de maquiagem aplicada nos garotos. Percebeu o batom e o blush no rosto do menino? :D

Sem contar que vi novamente o selinho (que já veio de fábrica) do blog nos 2 laptops :)

Essa concidência me fez pensar que isso tudo é jogada de marketing das duas empresas. Usam a mesma imagem, e fazem blogueiros pelo mundo inteiro comentar sobre o assunto, e assim deixam seus produtos em evidência.

:@...Acho melhor eu apagar tudo que já escrevi para não ajudar :D


By: http://ctrlc.blog.br

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27 junho, 2008

Mudança na rede - Domínio Personalizado

  • www.power.x.games

Uma decisão tomada, nesta quinta-feira, pelo órgão que regula a internet promete uma nova revolução na rede. Empresas, cidades e até pessoas vão poder criar domínios com seus nomes.

A convivência no mundo virtual é repleta de regras. E uma das mais importantes delas acaba de mudar profundamente.

O órgão regulador da web é a Icann, a corporação da internet para nomes e números.

Em uma reunião na França, a decisão desta vez foi pelo destino dos domínios da internet, que passam a ficar mais flexíveis. Pode ser o fim do reinado do “ponto com” na rede.

Os domínios ajudam os internautas a encontrar sites e a direcionar e-mails. São as extensões depois do ponto. Esses sufixos até agora estão limitados a marcas de países, como o “ponto br” para Brasil, o “ponto it” para Itália.

Ou atividades e organizações, como o “ponto gov”, o “ponto net” e o “ponto org”. O mais popular é o “ponto com”, usado por empresas.

A partir de 2009, países, cidades, marcas, esportes e até pessoas podem virar domínios. O popularíssimo nome José poderá ser um domínio.

Assim como Brasília, Nova York ou o Rio podem ter seus próprios domínios. A Icann fará leilões para palavras muito conhecidas. Três grupos já se candidataram para o da palavra inglesa “sports”.

Também serão permitidos domínios com caracteres asiáticos e árabes, o que poderá atrair para internet milhões de usuários que não compreendem o alfabeto latino.

O único grande veto mantido é do “ponto xxx”, para domínio de sites pornográficos.

A mudança nos domínios da internet deve começar a operar a partir do começo de 2009. Empresas e pessoas físicas poderão fazer seu próprio registro. O custo para um domínio particular deve custar no mínimo US$ 100 mil.

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24 junho, 2008

Windows 7 em Janeiro de 2010

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2009, 2010, 2011, 2012… Mas afinal: em que ano será o lançamento do novo Windows 7?

Depois de muitos discursos, palpites e previsões, parece que todos estão entrando em um consenso que o ano mais possível para o lançamento da nova versão do Windows 7 é 2010.

Mas Bill Veghte, vice-presidente sênior da Microsoft, foi mais longe: enviou uma carta na qual dizia que o Windows 7 será lançado em ou próximo de Janeiro de 2010.

A carta, na qual você pode ler clicando aqui, continha o título “Uma Atualização sobre o Roadmap do Windows”, Veghte disse quenosso plano é lançar o Windows 7 aproximadamente três anos depois do lançamento em Janeiro de 2007 do Windows Vista.

Até agora nenhuma novidade, pois o chairman da empresa, Bill Gates, disse que este é o plano de lançar o Windows 7, três anos depois do lançamento de sua última versão, o Vista, que o ocorreu em Janeiro de 2007.

Mas Veghte reforçou a idéia que o Windows 7 será parecido com o Windows Vista, mas que sejá mais estável e não tenha problemas de compatibilidade, fator que levou a muitos usuários a demorarem pata migrarem de SO: Vocês também nos disseram que não queriam ter que enfrentar novamente os problemas de compatibilidade encontrados no Windows Vista com o Windows 7. Como resultado, nossa abordagem com o Windows 7 é criar um sistema a partir da mesma arquitetura do Windows Vista, assim os investimentos que vocês e seus parceiros fizeram no Windows Vista não serão perdidos com o Windows 7. Nosso objetivo é ter a certeza de que o processo de migração do Windows Vista para o Windows 7 seja o mais direto possível.

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22 junho, 2008

O que é Web 3.0?

O termo Web 3.0 foi empregado pela primeira vez pelo jornalista John Markoff, num artigo do ”New York Times” e logo incorporado e rejeitado com igual ardor pela comunidade virtual. A principal reação vem da blogosfera. Nos diários virtuais de especialistas detratores, a crítica mais comum é a de que Web 3.0 nada mais é do que a tentativa de incutir nos internautas num termo de fácil assimilação para definir algo que ainda nem existe. Aliás, críticas idênticas já se fazem à Web 2.0.

A Web 3.0 propõe-se a ser, num período de cinco a dez anos, a terceira geração da Internet. A primeira, Web 1.0, foi a implantação e popularização da rede em si; a Web 2.0 é a que o mundo vive hoje, centrada nos mecanismos de busca como Google e nos sites de colaboração do internauta, comoWikipedia, YouTube e os sites de relacionamento social, como o Orkut. A Web 3.0 pretende ser a organização e o uso de maneira mais inteligente de todo o conhecimento já disponível na Internet.

Esta inovação está focada mais nas estruturas dos sites e menos no usuário. Pesquisa-se a convergência de várias tecnologias que já existem e que serão usadas ao mesmo tempo, num grande salto de sinergia. Banda larga, acesso móvel à internet e a tecnologia da semântica, todos utilizados juntos, de maneira inteligente e atingindo a maturidade ao mesmo tempo.

Assim, se passaria da World Wide Web (rede mundial) para World Wide Database (base de dados mundial), ou seja, se passaria de um mar de documentos para um mar de dados. Quando isso começar a acontecer de forma mais intensa, o próximo passo, num prazo de cinco a dez anos, será o desenvolvimento de programas que entendam como fazer melhor uso desses dados.

Adicionada a capacidade da semântica a um site, ele será mais eficiente. Ao se pesquisar algo, se terá respostas mais precisas. O usuário poderá fazer perguntas ao seu programa e ele será capaz de ajudá-lo de forma mais eficente, entender mais sua necessidade. O conceito de ”semântica da rede”, proposto pelo inglês Tim Berners-Lee, tem entre seus gurus Daniel Gruhl, um Ph.D. em engenharia eletrônica do MIT, é especializado em “compreensão das máquinas”, e o misterioso Nova Spivack, que não revela muito sobre si, nem o nome verdadeiro, e se autodefine como empresário da alta tecnologia.

Um mecanismo de busca como o Google permite que o usuário pesquise o conteúdo de cada página,: se indicar o nome de um ator ou de um filme, todos os dados sobre este ator ou este filme aparecerão na tela. Poderá ainda utilizar a “busca avançada” para restringir um pouco mais os resultados. Mas se este usuário não se lembrar do nome do ator ou do filme, dificilmente encontrará meios de localizá-los. A Web 3.0 organizará e agrupará essas páginas, por temas, assuntos e interesses previamente expressos pelo internauta.. Por exemplo: todos os filmes policiais, que tenham cenas de perseguição de carros, produzidos nos últimos cinco anos etc.

Algumas empresas do Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, desenvolvem trabalhos nesse sentido, destacando-se o Almaden IBM Research Center, a Metaweb e a Radar Networks (de Nova Spivack). No Brasil, na PUC-Rio estão desenvolvendo trabalhos pioneiros para a Web 3.0 com ênfase na língua portuguesa. Paralelamente, estão em curso inúmeros projetos acadêmicos. E circula na comunidade da informática que em futuro próximo surgirão novidades nesse campo na Yahoo e no Skype.


E pra quem quer ja ir pensando em WEB 4.0

A Escalada:
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12 junho, 2008

Cada Vez Menores...









Na tecnologia, a tendência da maioria das coisas é diminuir de tamanho fisicamente, e aumentar o espaço de armazenamento. Exemplo desta transformação ,podemos citar o novo pendrive da Corsair, o Flash Voyager Mini.

A característica mais interessante dele é o seu tamanho e seu peso, o que facilita muito seu transporte no dia a dia. Ele conta com um peso de apenas 6 gramas com um tamanho de apenas 95×132x20 mm. Para melhorar ainda mais, o conector USB é retrátil, economizando assim, ainda mais espaço.


Quanto a capacidade, ele armazena até 4GB.

Com certeza, o Corsair Flash Voyager Mini é um dos menores pendrives já vistos, e perfeitos em qualidade, design e confiabildiade.


By: www.InDrops.net

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